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Artigo de Opinião por Óscar Rosas
Os reforços são como os melões: só se sabe ao certo se são bons depois de comprados. Certeza não as há. É um tiro de sorte: há melões que confirmam a sua aparência e outros que não.

Mas que, muitas vezes, fazem a diferença há muitos exemplos que provam isso mesmo.
Vejamos o caso particular do GD RETORTA que disputa o campeonato de Elite da AFP.
Não começou bem o campeonato e à sétima jornada era o antepenúltimo com apenas mais dois pontos que o último classificado.
Entravamos em Dezembro. Abriu a janela de transferências de Inverno.
E o GD Retorta, para colmatar lacunas existentes no plantel, sabiamente orientado pelo seu excelente treinador Pedro Sousa, contratou quatro atletas: Rocha, André, Ruben Gomes e Luís Cruz. Essas contratações foram, aliás, devidamente salientadas neste portal. Estes atletas tornaram, de facto, o grupo mais forte, já que a estas entradas se juntou o facto da manutenção dos principais jogadores (Dany, Rocha , etc). Os reforços chegaram pois em bom número, mas todos eles foram contratados não para serem titulares, mas para juntar ao resto da equipa e torná-la mais forte.
É que uma equipa não pode ser constituída pelos cinco titulares de um qualquer jogo. Uma equipa, pelo menos uma equipa a sério, precisa de dez/doze jogadores de bom nível, preparados para jogar a qualquer momento. E qualquer momento pode ser no início, meio ou no fim.
A impressionante carreira do GD Retorta, que vai já com treze vitórias consecutivas (onze para o campeonato de Elite e duas para a Taça AFP) é disso um bom exemplo. Já está em segundo lugar (atrás do líder incontestado Boavista), lugar que, geralmente dá acesso à subida aos nacionais.

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